O humorista Juliano Gaspar contou sobre como começou o seu relacionamento com a maconha, mesmo depois de algumas experiências negativas relacionadas à planta​​.

Antes de ser comediante, Juliano Gaspar passou por dezenas de experiências que criaram o seu caráter. Desde jovem, o objetivo do humorista é colocar o seu nome na história. E não é à toa que ele foi um dos indicados para o prêmio “humorista revelação do ano de 2019” no Risadaria, o maior festival de humor do mundo; ou que ele já foi entrevistado no programa Conversa com Bial, da Globo; ou que ele é um dos integrantes do canal de televisão Comedy Central Brasil. Ufa.

Em 2018, Gaspar venceu o Campeonato Itubaína de Humor, também organizado pelo Risadaria. Pouco depois, o comediante inaugurou o seu primeiro clube de comédia, chamado Paulista Comedy Club, em São Paulo — o clube fica na esquina da Avenida Paulista com a consolação, ao lado do metrô.

Juliano também é um verdadeiro empreendedor. Além do clube, ele faz palestras motivacionais e é responsável por diversos projetos em Florianópolis, sua cidade natal, e em São Paulo, onde vive atualmente.

O que nem todo mundo sabe é que o Juliano também é um maconheiro de carteirinha. E não só porque ele é sequelado, digo, esforçado. 

A história do comediante com a maconha começou na adolescência, quando ele experimentou pela primeira vez e não gostou. E, mesmo antes de provar, sua mãe sempre o aterrorizou sobre o uso de maconha. Por conta disso e das experiências não tão agradáveis, Juliano só voltou usar a cannabis em 2017, mas com outro propósito.

Já quando estava no rumo da comédia, o humorista começou a usar a maconha novamente como uma ferramenta. Durante algum tempo, Gaspar sofria com insônia e foi por isso que ele decidiu voltar a usar a erva. E, felizmente, a medicina natural funcionou.

Desde então, Juliano começou a entender melhor os efeitos da maconha em seu corpo. “Se eu sentar pra escrever e não tiver uma base pra focar, eu acabo me perdendo. A maconha me dá foco. Hoje, eu consigo me concentrar melhor no que estou fazendo”, disse o humorista para o Ganja Talks.

Eu consegui utilizar ela como uma ferramenta. E todo aquele medo que eu tive, imposto pela minha mãe, pela minha família e pela sociedade, eu acabei perdendo. E hoje, eu uso como uma medicina”, completou.

Então, além de usar para relaxar, Juliano vê a maconha como uma medicina para tratar desde a insônia, até o déficit de atenção. E é claro, a erva também foi essencial para ajudar no processo criativo das suas criações. Podemos dizer que o humorista é uma prova viva da expressão “cigarrinho de artista”.

Quer conhecer um pouco mais do trabalho do Juliano? Segue ele no YouTube, Instagram e Facebook. Ah, e a gente separou esse vídeo dele pra você dar umas boas risadas:​​

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