De acordo com informações coletadas pelo The New York Times, as vendas de comestíveis aumentaram consideravelmente durante a pandemia da COVID-19

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O consumo de cannabis nos Estados Unidos já é normal em diversa cidades. Inclusive, a maconha foi considerada um item essencial durante a pandemia em diversas estados do país norte-americano. Contudo, a crise do coronavírus COVID-19 começou a causar preocupação nos fumantes de maconha e naqueles que nunca experimentaram, mas decidiram provar durante a pandemia.

De acordo com o The New York Times, a indústria da cannabis começou a ganhar novos amantes. Desde março, o dispensário online Eaze revelou que as compras de novos usuários aumentaram mais que 50%. Eles acreditam que o número aumentou consideravelmente depois que a COVID-19 começou a causar problemas pulmonares em milhares de pessoas ao redor do mundo.

De acordo com o gerente do dispensário Apothecarium, com lojas na Califórnia e Nevada, os clientes começaram a comprar mais comestíveis de maconha desde que o isolamento social começou.

Um dos primeiros pedidos registrados na máquina de coleta era de 25 pacotes de balinhas comestíveis de maconha. As pessoas estavam pedindo, você sabe, até o limite legal, que pode chegar a 80 comestíveis em alguns casos”, disse Cali Manzello, gerente geral da Apothecarium na filial de São Francisco.

Segundo Alex Levine, o CEO do dispensário Green Dragon, o consumo de comestíveis de maconha também aumentou entre os seus consumidores. O dispensário conta com 15 lojas no Colorado e, até o começo da pandemia, os comestíveis já representavam 20% das vendas totais.

Até o CEO da Weedmaps, Chris Beals, confirmou o aumento nas vendas de produtos comestíveis de cannabis. De acordo com Beals, os dados da sua empresa afirmam que, em março, as vendas de comestíveis foram duas vezes maiores que em fevereiro.

É importante ressaltar que ainda não existe nenhum estudo específico apontando para o crescimento global nas vendas de comestíveis. Contudo, algumas lojas e dispensários americanos começaram a registrar mais vendas depois que a crise da COVID-19 começou ao redor do mundo.

Fontes: The New York Times

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